CAUSAS

Atuar em causas de proteção ambiental e defesa da biodiversidade exige a atuação de voluntários, cientistas (educadores e comunidade acadêmica), doadores e, principalmente, de toda a sociedade. Hoje atuamos realizando projetos de assessoramento técnico em diversas áreas ligadas a proteção ambiental e a conservação da biodiversidade, atendo tanto clientes do setor público como privado. Nesse sentido nossa atuação como entidade está crescendo com a participação em diversos Conselhos Ambientais tanto em âmbito local no regional.  Nosso dia a dia envolve desde o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica em ações de enriquecimento florestal, bem com as já consagradas ações de soltura de fauna silvestre de ocorrência na região de Pindamonhangaba.

Floresta densa

Nosso objetivo é a defesa da biodiversidade e do meio ambiente que a sustenta. 

O que se iniciou com uma iniciativa despretensiosa, de uma única família em uma comunidade rural remota, tornou-se referência em preservação de espécies nativas (várias ameaçadas) da fauna da Mata Atlântica – próximo a fronteiras dos três estados mais populosos do Brasil: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

As atividades da MATER são mantidas basicamente por meio de doações e trabalhos voluntários. Dezenas de profissionais cientistas como biólogos, veterinários e técnicos ambientais;  educadores formais (professores e pedagogos) e ambientalistas; e principalmente o engajamento da sociedade: moradores e escolas locais, doadores abnegados (recursos materiais e econômicos de pessoas físicas e jurídicas) e a heroica participação de nossos voluntários que doam de si, em prol de toda a humanidade (cuidar do futuro da Terra).

O apoio de órgãos públicos são uma parcela essencial destes esforços: IBAMA, Polícia Ambiental e Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, além de diversas secretarias da Prefeitura da cidade de Pindamonhangaba/SP.

AÇÕES

O que se iniciou com uma iniciativa despretensiosa, de uma única família em uma comunidade rural remota, tornou-se referência em preservação de espécies nativas (várias ameaçadas) da fauna da Mata Atlântica, em uma área próxima as fronteiras dos três estados mais populosos do Brasil: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 

PESQUISAS

Um dos pontos chave para real avaliação do sucesso de qualquer empreitada de soltura é a realização de monitoramento contínuo, tanto dos animais translocados como da fauna residente nas áreas. As ações envolvem o monitoramento por ponto fixo, normalmente definido a partir do local da soltura sempre associado a comedouros colocados estrategicamente para facilitar a localização do alimento pelos animais recém soltos. Seguem-se o monitoramento por transecto em trilhas estabelecidas dentro das propriedades, o monitoramento por câmeras trap, associadas a ação de transecto com coleta e análise regular das informações obtidas. após a coleta, os dados nas câmeras trap são analisados e compilados produzindo histogramas com a frequência relativa de avistamentos de espécies da fauna nativa.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Ações de Educação Ambiental, tanto conduzidas em eventos que antecedam ações de soltura, como na forma de palestras, tanto junto ao Ensino Formal, quanto em situações informais, são necessárias para que haja maior efetividade nas ações de conservação ambiental. Além dos aspectos elucidativos abordados em palestras e eventos de Educação Ambiental sobre a biologia das espécies destinadas a translocação, bem como sobre o malefício causado pelo tráfico e a apanha ilegal de avifauna, uma outra questão muito importante é a boa relação que se estabelece com a comunidade, em especial a do entorno dos empreendimentos. Não são incomuns os casos de recaptura de indivíduos soltos, assim ao se criar um canal aberto com a comunidade, estas ações são facilitadas, bem como outras situações que envolvam resgate de fauna ou até mesmo, simples orientações no que tange por exemplo a retirada de ninhegos em certas épocas do ano.